
Lucro líquido da Ambev recua quase 10% no 4º tri
Abertura de mercados
Os balanços corporativos são destaques na agenda nacional desta quinta-feira, incluindo Ambev e Vale, enquanto no exterior os dados mais fortes do que o esperado sobre o emprego nos Estados Unidos ainda repercutiam no mercado. A Ambev informou logo cedo que teve lucro líquido de R$4,53 bilhões no quarto trimestre, um recuo de 9,9% sobre o desempenho de um ano antes. Ao longo do dia, Banco do Brasil, Assaí, Klabin e Totvs realizam teleconferências sobre seus resultados trimestrais, e após o fechamento dos mercados divulgam seus balanços Vale, IRB e Raízen. Ainda na agenda nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, entre outros compromissos. O encontro acontece em meio às expectativas de saída de Haddad da pasta e seu futuro, além de indicações para seu substituto e para diretorias do Banco Central. No exterior, as ações globais operavam perto de máximas históricas e o dólar mantinha-se firme depois que um relatório forte sobre o emprego nos Estados Unidos forte aliviou as preocupações com a economia reduziu as expectativas de cortes de juros no curto prazo. O próximo grande foco será o índice de preços ao consumidor a ser divulgado na sexta-feira. (Reuters)
EUA: índices futuros avançam juntos
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quinta-feira (12), após o Dow Jones interromper uma sequência de três sessões de alta. O movimento reflete a reavaliação das apostas para a trajetória dos juros pelo Federal Reserve (Fed), depois de dados mais fortes do mercado de trabalho. Com a criação de 130 mil vagas em janeiro, número cerca de duas vezes superior ao esperado, o mercado passou a projetar o próximo corte de juros apenas em julho, e não mais em junho. O próximo obstáculo para os mercados é o relatório de inflação (CPI) de sexta-feira (13), que poderá reforçar a tese de manter as taxas de juros elevadas por mais tempo, caso as pressões inflacionárias não diminuam.
- Dow Jones Futuro: +0,28%
- S&P 500 Futuro: +0,26%
- Nasdaq Futuro: +0,21%
Principais índices em Nova York fecharam ontem com quedas curtas
Investidores em Wall Street até se animaram com um relatório de emprego mais forte do que o esperado em janeiro (a divulgação foi adiada por problemas de financiamento do governo federal). O payroll é o relatório observado pelo Federal Reserve para fins de política monetária. Mas depois foram desanimando. “Os investidores estavam bastante apreensivos com uma possível decepção significativa, e os dados melhores do que o esperado permitem que os compradores retomem a alta em busca de novas máximas históricas do S&P 500”, disse à CNBC Jeff Kilburg, CEO da KKM Financial. “O resultado aponta para um mercado de trabalho não tão frágil, com sinais de melhora na demanda por trabalho, na margem. Entretanto, convém notar que com o maior controle imigratório, o saldo de emprego necessário para manter a taxa de desemprego constante é bem menor do que observado até 2024, o que ajuda a explicar porque se vê a queda na taxa de desemprego mesmo com um ritmo mais fraco de geração de emprego”, pondera André Valério, economista-sênior do Inter.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,13 | 50.121,40 |
| S&P 500 | -0,01 | 6.941,47 |
| Nasdaq | -0,16 | 23.066,47 |
DIs: juros futuros terminaram sessão de ontem de forma mista
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,340 | -0,040 |
| DI1F28 | 12,630 | -0,055 |
| DI1F29 | 12,705 | -0,040 |
| DI1F31 | 13,140 | -0,005 |
| DI1F32 | 13,295 | 0,015 |
| DI1F33 | 13,395 | 0,020 |
| DI1F35 | 13,480 | 0,030 |
Dólar comercial fechou ontem em baixa de 0,18%
O dólar comercial voltou a cair diante do real, após a alta curta da véspera. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,04%, aos 96,84 pontos.
- Venda: R$ 5,187
- Compra: R$ 5,187
- Mínima: R$ 5,169
- Máxima: R$ 5,204
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| TOTS3 | -1,75 | 38,65 |
| HAPV3 | -1,24 | 11,19 |
| PCAR3 | -1,10 | 3,58 |
| COGN3 | -1,08 | 3,65 |
| BRAV3 | -0,98 | 18,15 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| SUZB3 | 13,32 | 57,93 |
| SMTO3 | 9,80 | 16,58 |
| TIMS3 | 7,85 | 28,03 |
| KLBN11 | 6,00 | 21,02 |
| BRKM5 | 4,74 | 10,83 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 100.039 | 1,95 |
| SUZB3 | 84.325 | 13,32 |
| BBDC4 | 63.546 | 2,96 |
| ENEV3 | 62.942 | 1,97 |
| VALE3 | 60.565 | 3,49 |
Ibovespa terminou ontem com forte alta de 2,03%, aos 189.699,12 pontos, maior patamar de fechamento da história
- Máxima: 190.561,18 (máxima histórica)
- Mínima: 185.936,27
- Diferença para a abertura: +3.769,79 pontos
- Volume: R$ 37,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (9): +1,80%
- Terça-feira (10): -0,17%
- Quarta-feira (11): +2,03%
- Semana: +3,69%
- Fevereiro: +4,60%
- 1T26: +17,73%
- 2026: +17,73%
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